Este sou eu tomando fôlego, pois a fase é de software de diagramação outra vez – e a letra brasileira que se prepare para a volta. O terceiro título foi escrito e paginado e em breve a máquina publicitária da Touro Bengala não deixará que se fale de outra coisa. O autor aparece como um dos ilustradores do Pós-operatório e sua história é a de um realizador em múltiplos materiais e plataformas, com destaque para a produção musical. Na poesia, lugar que reencontra agora via Touro, já fincara um pequeno e potente marco em 2001 (edição do autor), do qual falaremos mais detidamente em breve. Ele ganha a vida na TV e vive em Santa Cecília. Suas performances sonoras acontecem em casas como SESC, Dissenso, MIS e União Fraterna, e uma porção de discos seus ainda estão à venda em bancas independentes. O livro foi montado com uma ruidosa sequência de fotografias em preto-e-branco tiradas pelo próprio autor nas ruas do centro de da zona oeste de São Paulo. Esperamos que na festa de lançamento algumas das fotos sejam ampliadas e algo de estranhamente familiar contorne os corpos e objetos desde as caixas de som.

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