Pegue o roxo.
Sem apertar, inquira dos marcos públicos
e de onde vem o regozijo no roxo.

Pense magro o violeta
e pense o roxo até que um diga:
“Sou commodity da tirania.”

Prive de luz.
Espere que noturno ele se emita:
óvni fenomenal dos justos.

Então é só deixar
em paz o violeta e ele nutrido:
“Sou a tara. Sou do roxo lágrima e filho.”

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